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REVISTA AUDIO SETEMBRO / OUTUBRO

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1 REVISTA AUDIO SETEMBRO / OUTUBRO em Ter Set 27, 2011 5:01 pm

O que destaco:

O artigo entusiastico e entusiasmante do Eng. Manuel Bernardes a um conjunto pre power “high end” de uma marca reputada.
Dá vontade de os ir comprar! Jogasse eu nesse campeonato e seriam alvo de uma muito especial atenção, tamanho é o entusiasmo que se lê no artigo, muito bem escrito como é aliás hábito do autor.

Mas fundamentalmente retive as seguintes palavras:

“Ando com a impressão de que nos últimos anos a qualidade dos amplificadores produzidos pelos “gurus” da alta fidelidade tem progredido de uma forma para mim inesperada. De facto, quando tenho a oportunidade de ouvir um amplificador extraordinário tenho a sensação de que se chegou ao limite, só para constatar poucos anos depois que, com outro amplificador mais recente, é possível ir ainda mais longe!
Quando se compara um bom amplificador criado há mais de dez anos com um bom amplificador moderno, o primeiro parece rugoso, granuloso, opaco e cinzentão, embora, como em tudo claro, haja excepções
.”
“A gama dinamica dos ... é superior a 140 db, o que lhes permite “resolver” os sinais mais fracos existentes nas gravações modernas e torná-los claros como água, quando em amplificadores de antanho passariam completamente despercebidos.


Voilá, eles afinal... evoluem! Susto

Quem me lê anda pelos foruns e quem anda pelos foruns sabe bem que não é facil o consenso, nem sequer em relação à evolução dos leitores de CD´s, equipamentos da era moderna, que naturalmente tiveram um tempo de crescimento obvio (digo eu). What a Face
Vai daí que quando se fala em amplificadores ou colunas, então é discussão pela certa, sendo muitas as vozes que fazem a apologia do antigo, como se efectivamente nos últimos anos se tivesse sobretudo regredido. Ora é aqui que surge inequivoca e contundente uma voz que diz o contrário e que dá claro testemunho da evolução da amplificação.
Desnecessario será dizer que estou de acordo. Aliás, mesmo sem ter privado com equipamentos high end, não podia estar mais de acordo com as expressões utilizadas para descrever amplificadores mais antigos, como sejam o caracter rugoso e granuloso.
Quando na descrição do meu sistema, a propósito do meu ultimo up grade (precisamente o amplificador de potencia), falo de uma experiencia recente com um Marantz PM94 e o classifico como força bruta, sem refinamento nenhum, é exactamente a essas caracteristicas de rugosidade e grão que me refiro. Os amplificadores actuais conseguem um refinamento que faz o som ser autentico veludo, com uma precisao fabulosa, francamente notoria em instrumentos como o piano ou o violino. Por sua vez, o silencio de fundo que conseguem retira-lhes o tal grão e tudo é apresentado de uma forma mais natural, proporcionando outro conforto auditivo. É naturalmente a minha opinião, alicerçada na posse e em experiencias e audições diversas de material antigo, que afinal tambem já vou andando nisto há uns anitos. Ainda há uns tempos tive oportunidade de visitar aquilo que muitos classificariam a caverna de Aladino do audio vintage, e, para além dos equipamentos em exposição estatica, os 3 sistemas montados que me foi dado ouvir estavam... de fugir Sad Razz pirat

Acho que o culpado é o tempo. O tempo é um grande democrata. Com tempo, acaba por permitir a muita gente o acesso a equipamentos outrora absolutamente inacessiveis. E eu pergunto-me se muitos não andarão a comparar high end de há uns anos atrás com material de gama média e média baixa actual. Comparem-se equipamentos de topo actuais com equipamentos de topo de outrora e provavelmente, a diferença será obvia. Pelo menos assim o diz alguem que tem tido essa oportunidade e esse privilegio.
Wink

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